Os 10 mandamentos são um
conjunto de leis que foram entregues por Deus a Moisés, um profeta e
líder do povo de Israel. Costuma-se dividir esses mandamentos em
dois grupos (Êxodo 20:3-17):
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Os que se referem ao nosso relacionamento com Deus:
1º Não adorar outros deuses
(v. 3)
2º Não criar ídolos (v. 4 e
5)
3º Não tomar o nome de Deus
em vão (v. 7)
4º Santificar o sábado (v.
8-11)
-
Os que se referem ao nosso relacionamento com o próximo (outras pessoas):
5º Honrar pai e mãe (v. 12)
6º Não matar (v. 13)
7º Não adulterar (v. 14)
8º Não furtar (v. 15)
9º Não dar falso testemunho
contra o próximo (v. 16)
10º
Não
cobiçar (v. 17)
A
desobediência a esses preceitos1
não significa, como alguns poderiam pensar, apenas um “deslize”
corriqueiro, a Bíblia nos ensina que violar esses mandamentos
representa uma ofensa direta ao próprio Deus! A questão não é
somente a importância que damos individualmente a cada um desses
preceitos (embora a grande maioria das pessoas faz pouco-caso de
todos), mas sim o caráter e posição daquele que é ofendido, a
saber, o Senhor Deus criador dos céus e da terra!
Infelizmente nos pegamos
constantemente violando essas normas e portanto, falhamos em amar a
Deus e as pessoas ao nosso redor. No Novo Testamento, a pregação de
Jesus seguiu a mesma linha de raciocínio dos 10 mandamentos, como
veremos no próximo capítulo.
Resumo do Capítulo 19
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1
“Leis”, “mandamentos”, “preceitos”, são palavras
intercambiáveis, constantemente utilizadas na Bíblia para se
referir às ordens de Deus quanto a conduta moral do homem.